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A gravidez em casais Homoafetivos

 

 


 

4BABiES - A gravidez em casais Homoafetivos Fonte: autoria própria (4BABiES).

As novas normas aprovadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) devem beneficiar um número maior de mulheres e homens homossexuais que desejam ter filhos biológicos. A medida permite que a técnica seja desenvolvida, independentemente do estado civil ou orientação sexual, ou seja, pessoas do mesmo sexo e/ou mulheres solteiras. Trata-se de um novo marco da sociedade moderna. A medicina tem grande preocupação no bem estar e na saúde de todos os indivíduos, respeitando-os sempre da mesma maneira.

O procedimento já é complexo para casais heterossexuais é ainda mais desgastante para os homoafetivos, pois além das dificuldades comuns do tratamento, muitas vezes, enfrentam também o preconceito da sociedade. Entretanto, com o aumento destes relacionamentos, estes conflitos que eram muito mais acentuados no passado, estão diminuindo. Outro ponto importante é que os profissionais envolvidos devem se preparar para receber esse “novo público”, pois para estes casais os tratamentos de reprodução assistida são a única alternativa de gravidez.

Alguns procedimentos continuam não sendo permitidos pelas normas éticas. Os doadores não devem conhecer a identidade dos receptores e vice-versa. Obrigatoriamente, é mantido o anonimato. Em situações especiais, as informações sobre doadores, por motivação de saúde, podem ser fornecidas exclusivamente para médicos, resguardando-se sua identidade civil.

Para os homens homoafetivos, os óvulos devem ser de doadora desconhecida e a gestação é permitido em uma mulher parente do casal homossexual – a chamada “barriga solidária”. É muito importante lembrar que nestes casos, independente da barriga de aluguel ser a mãe ou a irmã de um dos indivíduos, a aprovação do Conselho Federal de Medicina é obrigatória.

4BABiES - Drª Paula Beatriz Fettback Drª Paula Beatriz Fettback - Fonte: autoria própria (4BABiES).

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